quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Consolo do Senhor





francamente que o Israel de Deus chegará a ser restaurado por Ele. E que esta esperança deve nos alimentar, mesmo no meio dos sofrimentos: "Eu sou Aquele que vos consola. Quem és tu para que temas o homem, que é mortal...?" (Isaías 51:12). A corrupção humana nos causa sofrimentos bastante presentes e concretos. Não precisamos de fé, para sentir que são reais os ferimentos que o mundo nos causa. Às vezes, por mais que oremos, a impressão que fica é a de que a força dos nossos inimigos nunca será derrotada. O Senhor nos pergunta, com toda a firmeza: "quem és tu para que temas o homem?" Não somos ingênuos: se é que já tivemos a experiência de aceitar o Cristo em nossa alma, sabemos o impacto do Seu poder, em nossa transformação. Olhando para trás, cada um de nós pode testemunhar pelo menos um livramento vindo do Senhor. Quando nos esquecemos, Ele nos recorda: Eu Sou Aquele que vos consola. E que sempre tem consolado. Faz sentido achar que Ele não irá mais nos libertar? Agarremo-nos, então, ao consolo do Senhor.

terça-feira, 5 de outubro de 2010




de poder". Porque, corajosamente, deu testemunho da missão de Jesus, foi arrastado para fora da cidade e apedrejado. Nos seus momentos antes de morrer, entretanto, orou por seus inimigos: "E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu" (Atos 7:60). Para alguns, a injustiça dói mais do que o sofrimento físico. Porque vivemos neste mundo de maldade, qualquer postura de fidelidade a Jesus Cristo suscita a injustiça das pessoas inimigas do Senhor. Sempre foi assim e sempre será assim. Por isso, não é raro termos a vontade de nos vingar! O exemplo de Estêvão, porém, está registrado nas Escrituras como um chamamento para o perdão. No auge da cruz, Jesus clama: "eles não sabem o que fazem". E pede que o Senhor perdoe a todos. A atitude perdoadora é obra do Espírito de Cristo dentro de nós. Uma das suas finalidades é impedir que nos envenenemos pela ação destruidora da vingança. O Senhor é o bem claro: "Minha é a vingança". No meio do ódio, oremos: Perdoa-os Senhor.

domingo, 3 de outubro de 2010

Dez mentiras a respeito do pecado


Pr. Vanderlei

Jeremiah Bass, de uma forma brilhante e realista, apresenta-nos dez mentiras a respeito do pecado. Vou resumir um pouco por causa do espaço aqui, mas vale a pena considerá-las com muita atenção:

Mentira Um: O Pecado Traz Realização

Não existe um pecado que não seja influenciado por essa racionalização. Pensamos que o pecado nos torna mais felizes. Mas, na realidade, o pecado é a causa principal de toda a miséria e infelicidade, tanto nesta vida como na vida por vir. Portanto, a questão verdadeira é: queremos prazer temporário ou alegria duradoura?

Mentira Dois: O Pecado é Facilmente Derrotado

Uma das coisas em que o diabo quer que acreditemos, a fim de que a nossa vigilância diminua, é que o pecado não é um inimigo perigoso. Mas a Bíblia nos ensina que o pecado é tão poderoso que, a menos que o poder sobrenatural de Deus intervenha, nós nos tornamos seus escravos e permanecemos sob a escravidão das suas ordens. Não existe um dia sequer em que o pecado não derrote se não for derrotado, e não prevaleça se não for subjugado; e assim será enquanto vivermos neste mundo.”

Mentira Três: Você Pode Lidar com o Pecado Sem Recorrer a Cristo

O perigo desta mentira é que ela leva à frustração e ao desespero. Infelizmente, muitas pessoas que aceitam esta mentira descobrem que não podem competir em condições de igualdade com a depravação que existe dentro delas e, por isso, desesperançadas, desistem de lutar contra o pecado. Quando o evangelho é apresentado no Novo Testamento, o foco é sempre na obra de Cristo e na paz com Deus que encontramos nEle.

Mentira Quatro: É Impossível Atingir os Padrões de Deus

É uma tendência humana culpar as circunstâncias ou as outras pessoas pelos nossos escorregões no pecado. Preferimos pensar que, diante das circunstâncias, seria impossível deixar de pecar. Deus quebra o poder do pecado na nossa conversão. Este é o ponto focal de Paulo no sexto capítulo de Romanos: estamos mortos para o pecado; portanto não precisamos viver nele (vv.1-2). A graça de Jesus remove a carga pesada da obrigação de guardar os mandamentos de Deus.

Mentira Cinco: Você Não Precisa Tratar com o Pecado Imediatamente

Procrastinação é um pecado do qual todos nós somos culpados e a respeito do qual temos costume de brincar. Mas a demora nas coisas espirituais pode ser fatal. A Bíblia nos diz que “agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação” (2 Co 6.2).

Mentira Seis: Posso Pecar Sem Sofrer Consequências

“Se eu pecar, nada de mal vai realmente me acontecer.” Não pensamos assim, às vezes, especialmente se o pecado é “pequeno”? É espantoso observar os multiformes enganos do diabo neste assunto. Por um lado, ele convence as pessoas de que não existe um verdadeiro inferno e que, portanto, não faz mal pecar. Se não precisasse existir qualquer consequência do pecado, Jesus nunca teria morrido numa cruz pelos pecadores. Jesus não é a única testemunha das consequências do pecado; também o são todas as multidões que estão no inferno, sofrendo a vingança do fogo eterno.

Mentira Sete: Deus Não Vai Me Julgar, Porque Todo o Mundo Faz o Mesmo

O diabo, às vezes, engana-nos fazendo-nos adotar uma mentalidade de grupo que justifica certos pecados porque a maioria das pessoas os considera comportamento normal. Entretanto, devemos sentir medo quando estamos seguindo a maioria. Seguir a Cristo é como nadar contra a correnteza. Jesus disse: “Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mt 7.13-14).

Mentira Oito: Deus Não Vai Me Julgar, Porque Não Sou Tão Mau Quanto os Outros

Se não racionalizarmos o nosso pecado por incluir-nos na multidão, o diabo vai tentar nos levar a racionalizá-lo excluindo-nos da multidão. Talvez exista um pecado na sua vida que Deus queira trazer à luz, mas você vem resistindo à convicção do Espírito, argumentando que não é uma pessoa tão má em relação às outras. Mas esse é um pensamento ilusório e contrário às Escrituras.

Nove: Deus Vai Perdoar Você, Por Isso Vá em Frente e Peque

A Bíblia torna bem claro que é impossível desfrutar o perdão e continuar vivendo no pecado. É impossível porque sempre que Deus perdoa um homem, Ele também transforma a sua natureza. A graça muda de tal forma a pessoa que esta não vai mais querer viver em pecado!

Mentira Dez: Deus Nunca Vai Perdoar Você, Por Isso Vá em Frente e Peque

Mais uma vez, vemos quão versátil é Satanás nos seus enganos. Ele sabe que precisa preparar uma mentira apropriada para cada tipo de pessoa. Para aquele que é inclinado ao desespero, o diabo espera por oportunidades de assoprar nos seus ouvidos que todas as tentativas de uma recuperação posterior serão inúteis porque ele já foi longe demais. Tentará convencê-lo que cometeu o pecado imperdoável, que agora pode muito bem se entregar totalmente ao pecado porque de todo jeito já está indo para o inferno. A verdade é que Cristo perdoará todo aquele que vem a Ele. “Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei” (Jo 6.37). Isso foi verdade quando nosso Senhor falou estas palavras e ainda é verdade agora. Não permita que o diabo amplie a sua condenação tentando-o a se abandonar totalmente ao pecado e ao desespero. As misericórdias do Senhor duram para sempre. A porta da graça está aberta para todos aqueles que se aproximam através de Jesus.

Como é que podemos derrotar as mentiras do diabo? Somente pela Palavra de Deus. É a verdade que nos dá base sólida e que não permite que sejamos levados por qualquer vento de doutrina. É a verdade que santifica. É a verdade que é a mola mestra do crescimento à maturidade em Cristo. É a chave para derrotar o diabo. Leitura da Bíblia, meditação e memorização da Bíblia, e encarnação da Bíblia – experimentando as suas verdades nas nossas vidas – são para sempre as únicas ferramentas disponíveis ao povo de Deus para sobrepujar o inimigo. Como em todas as coisas, Jesus é o nosso modelo para lidar com as mentiras do diabo. Quando tentado por Satanás no deserto, Ele citou as Escrituras em resposta a cada mentira. “Está escrito” deve ser a nossa senha tanto quanto foi a dEle.

Pr. Vanderlei Faria
Colaborador deste Portal

sábado, 2 de outubro de 2010

Clube do Insulto pelo Insulto!

Portanto sede todos de igual ânimo...humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo. (1Ped 3:8,9)

1º Ponro:
Talvez você tenha ouvido falar do marido que perguntou à sua mulher: "Por que Deus fez você tão bonita e tão tapada?"

Ela respondeu "na lata": "Ele me fez bonita para que você se casasse comigo, e tapada para que eu pudesse gostar de você!".

Embora o relacionamento na base do insulto-pelo-insulto seja engraçado no papel, a verdade é que ele é mortal para as relações. Muito melhor é ser como a Judite, que se casou com o Lúcio, um estudante da quarta série da faculdade. Tiveram quatro filhos, e você pode imaginar como é o dia-a-dia do casal.

Eles combinaram fazer intervalo e desfrutar de uma noite agradável e romântica. Lúcio deveria estar em casa as seis da tarde e Judite preparou as crianças para dormir, foi buscar a babá e ficou pronta, muito bem vestida, a espera do marido. Mas o Lúcio, na biblioteca da cidade, ficou tão envolvido pelo estudo do grego que se esqueceu de chegar em casa a tempo, tendo retornado somente a 8:45. Àquela altura Judite já tinha levado a babá de volta.

Lúcio nada disse além de um chocho "sinto muito". Quando se preparavam para deitar, judite começou a por o coração para fora, dizendo ao marido como ela o havia esperado para aquela noite. Ao voltar-se para o marido, judite viu que ele...dormia um sono profundo.

Como Judite se comportou? Era uma boa cristã que sabia como viver de acordo com a Escritura. Na manhã seguinte, ela se levantou bem cedo, vestiu um roupão e preparou o café, que ela levou a ele na cama. Então, para arrematar, ela teve gestos de carinho para com ele!

Como Lúcio reagiu à iniciativa de Judite ao devolver o insulto com um gesto de amor? Durante o mês que se seguiu ele sabia o que fazer para agradá-la. O gesto de Judite amontoou brasas candentes sobre a cabeça dele., e ele percebeu o quanto tinha errado. Aquele episódio acabou causando uma reviravolta para melhor em seu casamento.

(Do livro "Meditações Diárias para casais", de Dennis e Barbara Rainey)

2º Ponto: (Feito por mim, pois achei necessário a continuidade)
Tem "pastores", que se insultam pela televisão, pelos púlpitos, enfim têm se tornados refém de suas próprias palavras.

O que pensar de "pastores assim? Não há outra coisa a fazer do que nos mantermos afastados desta legião de malditos. Pois a palavra é clara: "Portanto sede todos de igual ânimo...humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo. (1Ped 3:8,9)"

Esta é a tônica dos nosso dias, sempre que ligamos nosso televisor, para assistirmos uma boa palavra, ou uma boa pregação. Lá esta os insultadores.

Será que eles mesmo se dizendo "servos de Deus" ou "pastores", irão ser salvos ou subir naquele dia do Senhor?

Será que os ouvintes da palavra de Deus, entendem sobre esta guerra de insultos?

Pensem e comentem:
Em que direitos e sentimentos você se baseia quando acha que deve insultar alguém? O que geralmente se consegue com um insulto?

Orem: Para que o Espírito de Cristo, que suportou ofensas injustas, ajude você a dominar seu natural espírito de desagravo e insulto ao ser insultado em seu casamento e familia, ou igreja, ministério etc.

Sacerdotes Reais


Sacerdotes Reais | Pr. Olavo Feijó


Concordando com o Autor da Carta aos Hebreus, o Apóstolo Pedro redefine o conceito de sacerdócio: "Vocês, porém, são geração eleita, sacerdote real... para anunciar as grandezas Daquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz" (I Pedro 2:9). Mesmo não tendo mais a casta dos sacerdotes, como no caso dos Levitas, muitos cristãos olham para seus pastores e líderes como profissionais da religião, dotados do poder exclusivo de "levar os leigos para o Senhor". Embuídos desta atitude destroem sua responsabilidade pessoal de evangelizar. Pedro diz que o discípulo de Cristo é um "sacerdote real". Com isto, ensina que cada cristão, individualmente, tem o dever e o privilégio de "levar pessoas a Cristo". Dentre outras coisas, porque "não se pode esconder uma cidade situada sobre o monte". Se eu sou mecânico, serei a melhor pessoa para falar da obra de Cristo, para um mecânico não crente. Igreja evangelizadora é aquela consciente de que todos os seus membros são sacerdotes reais.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Fiquei com medo...


Pr. Isaltino Gomes

“Eu ouvi a tua voz, quando estavas passeando pelo jardim, e fiquei com medo porque estava nu. Por isso me escondi” (Gênesis 3.10)

É a primeira vez que aparece a palavra “medo”, na Bíblia. É conseqüência da queda. A razão da queda foi o egoísmo: “Vocês serão como Deus…” (v. 5). O amor a si, o desejo de ser mais e maior, levou à queda. Egoísmo. Egoísmo é amor a si mesmo. O que motivou a queda do primeiro casal foi amor desfocado. Deixou de amar a Deus, de lhe dar o primeiro lugar, e colocou-se acima dele. O teólogo Manson definiu o pecado como sendo a rejeição dos dez mandamentos e a instituição do décimo primeiro: “Tu te amarás a ti mesmo sobre todas as coisas”.

Criado para amar a Deus, o homem sabe, instintivamente, que há algo errado consigo. O homem mesquinho pode se amar muito e sentir-se satisfeito consigo, mas é vazio e sabe, no fundo, que lhe falta alguma coisa. Jesus disse isso ao moço rico, que se presumia virtuoso: “Falta-te uma coisa…” (Lc 18.22). A vida egoísta produz esta sensação: falta alguma coisa. Não se alcança o almejado, como o primeiro casal descobriu.

Na queda, o homem ouviu o Tentador ao invés de ouvir a Deus. Quis ser como Deus, e se tornou parecido com o Tentador. Há um jogo de palavras aqui, que nos esclarece o porquê do medo. A serpente era “esperta”, “sagaz” ou “astuta”, conforme as traduções. O hebraico é arum, foneticamente parecido, e segundo alguns, da mesma raiz de “nu” (eirum). Quis ser como Deus, mas ao pecar se tornou semelhante à serpente. O pecado não nos torna parecidos com Deus, mas com a serpente. E isto nos faz ter medo de Deus. O pecado nos afasta dele e nos faz temê-lo, porque nos assemelha ao inimigo.

Jesus Cristo é o segundo Adão. Ele inaugura a segunda criação, mas difere do primeiro Adão: “Mas existe uma diferença entre o pecado de Adão e o presente que Deus nos dá. De fato, muitos morreram por causa do pecado de um só homem; mas a graça de Deus é muito maior, e ele dá a salvação gratuitamente a muitos, por meio da graça de um só homem, que é Jesus Cristo” (Rm 5.15). Em Adão, todos caímos. Em Jesus, todos podemos nos levantar. Por isso, quem está em Adão, ainda é primeira criação, e teme. Quem é de Jesus é a segunda criação, não tem medo.

O segundo Adão é o oposto do primeiro. Tentado, não caiu. Recusou-se a buscar seu interesse e colocou o Pai sempre acima dele. Em sua vida não há um único gesto ou palavra de egoísmo. Ele foi o homem para os outros. Sua vida consistiu em agradar ao Pai. E sua morte foi pelos homens. Ele é a personificação do amor. Ele pode nos conduzir a uma vida sem medo. Segundo o Dr. Taylor, o mandamento mais repetido de Jesus foi “Não temais”. Ele acalma quem crê nele. Ele dá coragem a quem se entrega a ele. Quando o amamos, não tememos: “No amor não há medo; o amor completo afasta o medo. Portanto, naquele que tem medo o amor não está completo, porque o medo mostra que existe castigo” (1Jo 4.18). Em Jesus não há culpa nem castigo: “Agora já não existe nenhuma condenação para os que estão unidos com Cristo Jesus” (Rm 8.1).

Por isso, não tema. Creia, somente.

Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho
Pastor, conferencista e escritor

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Eu vos Consolo

Postado em: "Tempos de Deus", Um ministério de Amor.