sexta-feira, 27 de julho de 2012

Amor de Cristo é plenitude



E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.(Efésios 3:19).
Dizer que “Deus é amor” é mais do que uma definição teológica da 1ª. Carta de João. Seu conteúdo está acima da nossa compreensão. Por isso, Paulo nos ensina que o caminho é viver o amor de Cristo. “E conhecer o amor de Cristo que excede todo entendimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus.”
O apóstolo Paulo usa um capítulo inteiro da sua Primeira Carta aos Coríntios só para descrever a extensão do amor como o dom maior do Espírito Santo. Quanto mais lemos sobre as dimensões do amor, mais vai ficando evidente a nossa incapacidade humana de amar. Por isso, o mesmo apóstolo afirma que “nós O amamos, porque Ele nos amou primeiro”. É uma postura de resposta. E de resposta profunda, autêntica, porque “o amor de Cristo nos constrange”.
A pergunta que Jesus fez a Pedro é a mesma que Ele nos faz, hoje em dia, cada vez que nós O negamos. A pergunta, que nos persegue é: “Tu me amas?”. A pergunta não é “tu Me entendes?”. A pergunta não é “Tu Me apoias?”. Uma vez. Duas vezes. Três vezes – e a pergunta é a mesma: “tu Me amas?”. Não há outra maneira bíblica de crescermos “na graça e no conhecimento da verdade”. Para que sejamos “cheios de toda plenitude de Deus” o único caminho é “conhecer, vivenciar o amor de Cristo.
Pr. Olavo Feijó

terça-feira, 26 de junho de 2012

Eu Quero: Você Quer?


E Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra.
Terminado o Sermão do Monte, Jesus desceu para o vale. Foi então que um leproso pediu que o Mestre lhe curasse. “Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse – Quero. Seja purificado. Imediatamente ele foi purificado da lepra” (Mateus 8:3).
Jesus, então, fez questão de explicar ao ex-leproso que toda purificação tem um preço, que deve ser pago: “vá ao sacerdote e apresente a oferta que Moisés ordenou, para que sirva de testemunho”. Nesta frase, aparentemente simples, o Senhor nos mostra as implicações naturais da experiência de ser curado. Fisicamente e, também, espiritualmente. O dever do curado é dar testemunho, proclamando ao mundo sua nova condição de purificado e apontando ao mundo a origem da purificação. Gostemos ou não, toda sociedade possui suas leis e ordenanças. E o mínimo que a justiça requer é “dar o seu ao seu dono”.
Queremos, de fato, ser purificados? Em outras palavras: queremos pagar o preço da santificação? Estamos dispostos a abandonar o comportamento extremamente enfermo do nosso passado? E queremos dar “testemunho”, confessando ao mundo que nossa transformação surgiu do “toque” de Jesus Cristo em nossas feridas? Até que ponto entendemos os pedidos de nossas orações? É óbvio, lendo os Evangelhos, que o Senhor quer. Ele quer nos tocar. Ele quer nos purificar. Nosso preço a pagar é uma mudança de vida. É largar os hábitos de nossa lepra. É oferecer, ao nosso Sumo Sacerdote, a oferta da nossa nova vida. É viver em “novidade de vida” para “dar testemunho. “Eu quero…você quer?”
Pr. Olavo Feijó

sábado, 19 de maio de 2012

Olhar Cristão: Marcha da maconha na Avenida Paulista

Olhar Cristão: Marcha da maconha na Avenida Paulista: . João Cruzué É livre ao de expressão de pensamento e o direito de se reunir em ambiente público desde que avisado as autoridades....

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Blog do PR,.JOÃO PAIM: O ENGANO DO MUNDO ATUAL

Blog do PR,.JOÃO PAIM: O ENGANO DO MUNDO ATUAL: Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente. Heb...